"Nossa Linda Juventude..."

"Nossa Linda Juventude..."
" Alegria...Formula de uma vida melhor"

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Jovens lançam Campanha contra Extermínio de Jovens


Dia 28 de novembro de 2009, jovens de todo Brasil participaram do ato de lançamento da campanha nacional contra a violência e o extermínio de jovens promovida pelas Pastorais da Juventude do Brasil (Pastoral da Juventude, Pastoral da Juventude Estudantil, Pastoral da Juventude Rural e Pastoral da Juventude do Meio Popular), com o apoio do Setor Juventude da CNBB e do Fundo Nacional de Solidariedade.
De acordo com o material distribuído durante o lançamento pela coordenação da campanha, a iniciativa é uma ação articulada por diversas organizações para levar a toda a sociedade o debate sobre as diversas formas de violência contra a juventude, através de ações de formação política, ações de massa e divulgação e intervenções de monitoramento da mídia contra a violação de direitos humanos.


A campanha vem sendo organizada desde maio de 2009 e conta com o apoio de inúmeras organizações de juventude de todo o país. Durante o lançamento, jovens das Pastorais da Juventude apresentaram os eixos da campanha e em seguida pintaram com as suas próprias mãos um grande painel representando a marca da campanha: várias mãos abertas indicando um "basta" a toda forma de violência.

Segundo Tábata Silveira, secretária nacional da Pastoral da Juventude Estudantil, a escolha do mês de novembro para o lançamento é uma forma de denunciar o aumento do número de mortes de jovens negros, bem como propor uma articulação das várias organizações que militam na linha do Movimento Fé e Política.
No próximo ano várias iniciativas são previstas pela campanha, como a realização de seminários estaduais e marchas locais no primeiro semestre e a construção de uma grande marcha nacional que está prevista para o segundo semestre de 2011.



Fonte: cmjnatal.com.br

Livro traça perfil religioso do jovem brasileiro

O jovem brasileiro dá mais valor à fé do que às igrejas. Ele escolhe professar uma determinada religião por iniciativa própria, não por orientação familiar ou costume. E tem uma relação de intimidade com Deus, sem o temor e a distância tão presentes nas gerações anteriores. Essas são as principais tendências observadas por respeitados especialistas do País, comprovadas por estudos recentes.


Um dos dados mais reveladores é o da pesquisa do teólogo Jorge Claudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica (PUC)), de São Paulo. Ele ouviu 520 universitários de 17 a 25 anos e, com os resultados, acaba de concluir o livro Religiosidade jovem, ainda na esteira do lançamento. No estudo"Religiosidade jovem pesquisa entre universitários" , a categoria "jovens sem religião" soma 32% dos entrevistados - um percentual infinitamente superior aos números do censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que indicam 7,3% da população. Desse total, 12,2% se dizem agnósticos ou ateus e 19,8%, crentes sem religião.

O professor afirma que "a religião não está sendo tão ágil diante dos problemas que aparecem a cada momento para as sociedades", mas que isso não seria um problema se ela não se apresentasse - em suas diferentes formas - como "elaboradora da verdade".
Ribeiro acrescenta ainda que "o jovem não é simplesmente alguém que tem 17 ou 25 anos, mas um ser humano que está montando as estruturas básicas da sua existência, fazendo opções que são estratégicas para seu futuro e, ao mesmo tempo, vive intensamente o presente porque está estabelecendo relações de alteridade". 
A obra apresenta material abundante para entender, interpretar e atuar no campo religioso da juventude universitária e em outros espaços juvenis. Os resultados jogam luz sobre uma problemática mais ampla, já que refletem sobre o perfil de uma juventude plurirreligiosa, urbana, secularizada, hipercrítica da cultura atual, moderna e globalizada.
Tudo isso pesa na transformação da experiência religiosa e de fé dos jovens. Essa pesquisa beneficia os que se envolvem com a formação religiosa dos universitários, e os próprios jovens, colocado diante de uma radiografia bastante completa de sua religiosidade.



Com informações: Isto É, Revista Cult e Editora Olhos D’Agua
Autor/Fonte:
www.juventude.gov.br

Grupos juvenis e o despertar da consciência


A experiência associativa faz parte da formação humana e ganha maior importância na adolescência e juventude, acontecendo de diversas formas. Mesmo na contemporaneidade, com o avanço tecnológico, percebe-se, de uma maneira reconfigurada, a necessidade que temos do encontro com o outro


Os grupos juvenis configuram-se como espaços de criação cultural e tornam-se canais de ar ticulação de identidades coletivas. Duas características são essenciais para conceituar este tipo de associativismo: possuem alguma perspectiva coletiva e um determinado grau de formalidade e organização. Neste sentido, um fã-clube, uma banda de música ou um grupo de igreja são exemplos de grupos juvenis, pois, além de afinidades pessoais e/ou amizades, há um objetivo comum que os faz se encontrarem de maneira planejada. 

Já no meio acadêmico, o conceito de tribalismo ganhou notoriedade a partir do sociólogo Michel Maffesoli. Embora o termo tenha se tornado corrente em veículos de comunicação e em pesquisas, é genericamente entendido como um determinado grupamento urbano característico (skatistas , punks ). Também tem outra dimensão conceitual, mesmo que muitas vezes todas essas definições se sobreponham. Participar de um grupo pode até ultrapassar barreiras territoriais, mas o sentido de pertença vai além de seguir o mesmo estilo e/ou filosofia.

Embora só 15% dos jovens brasileiros (segundo pesquisa do Projeto Juventude, publicada em 2004) participem de grupos jovens, podemos dizer que sua proliferação, principalmente em formatos menos institucionalizados e em ambientes mais populares, tem sido uma das marcas dessa geração. Por isso, precisam ser valorizados e reconhecidos como espaços educativos. Hoje, há uma infinidade de novas formas de participação juvenil e o desenvolvimento destes grupos mostra a disposição para contribuir com um mundo melhor, indo na contramão dos discursos generalistas de que o jovem é alienado ou desinteressado.
No entanto o grupo só será lugar de crescimento, amadurecimento e formação se permitir o conhecimento de si, a descoberta do valor do outro e o despertar para consciência coletiva. O grupo não pode ser um gueto . Seja em igreja, escola, ONG ou praça, deve entender que faz parte de um contexto e precisa estar aberto ao outro. Além de respeitar as diferenças e a diversidade dentro do contexto grupal, também é necessária a abertura para o diferente. A experiência de grupo saudável permite esse crescimento pessoal e coletivo, formando indivíduos que dialogam.


Tenho certeza de que  a vivência dessa relação de grupo (que amadurece), fizeram toda diferença na formação e na construção do projeto de vida desses jovens que por ele passaram.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O Computador dos Sonhos Game-maníacos

Como seria um computador perfeito para games? O PC mais potente para jogos da América Latina foi exposto na Campus Party 2010, evento realizado em São Paulo.








Mas o que vale mais a pena: comprar um computador com as configurações ideais para jogos ou montar o seu próprio hardware, com as configurações personalizadas? Depende. Os mais aficionados preferem montar, pois assim conseguem personalizar suas máquinas e fazer o update nelas quando bem entenderem. Já aqueles menos fãs, que só jogam por lazer, geralmente fazem a opção por um PC já pronto, por conta das facilidades de pagamento e também por não exigir tanto conhecimento técnico. 
Cadu Pedroni, administrador do site Universe Games, admite que já gastou mais do que devia em um componente. “A maior loucura que já fiz foi comprar uma fonte que custa cerca de R$ 500, sendo que a maioria custa entre R$ 180 e R$ 220”.

Para se dar bem em games contra adversários na internet ou até mesmo para se divertir contra o próprio computador, é preciso entender um pouco de configurações técnicas de cada componente. Caso contrário, você corre o risco de ter alguma placa queimada e gastar mais do que o necessário, como já foi o caso de Pedroni. 





"Assim todos vão querer um a todo custo..."

Pastoral da Juventude tem novo assistente

A Pastoral da Juventude e a Pastoral da Juventude Estudantil têm um novo Assistente Eclesiástico. É o Pe. Iranildo Virgílio da Cruz, que assume o lugar do Pe. Carlos Sávio, agora prestando serviços à Juventude do Brasil, na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB. O Pe. Virgílio também está assumindo a capelania do Colégio Marista de Natal.





O Setor Juventude, da Arquidiocese, aglutina todos os segmentos jovens, inclusive PJMP. Atualmente, está sendo articulada uma assembleia do Setor para o mês de março.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Quaresma - Vivência do Cristão

Em um mundo dessacralizado, distante da prática religiosa, percebe-se a influência dos tempos litúrgicos. Embora deformados, o Natal, a Páscoa e outras festividades têm ressonância no ambiente humano. Ainda que seja débil sua repercussão na consciência dos indivíduos, devem ser utilizadas em favor dos objetivos de evangelização, que é levar aos homens a Mensagem de Cristo.


As semanas que antecedem as comemorações da Morte e Ressurreição do Salvador, denominadas “tempo quaresmal”, nos proporcionam ricos ensinamentos, farta e bela semeadura, capaz de, uma vez aproveitada, produzir abundantes frutos espirituais.
Recordam outra “quaresma”, os quarenta dias de Jesus no deserto, preparando-se para sua missão salvífica. Ensina-nos o evangelista Marcos (1, 12-13): “E logo o Espírito o impeliu para o deserto. E ele esteve no deserto quarenta dias, sendo tentado por Satanás e vivia entre as feras e os anjos o serviam”. E Lucas (4, 1-13) completa a descrição mostrando a vitória de Jesus sobre as tentações. Esse fato é revivido pela Igreja a cada ano e isso ocorre, entre outros motivos, pela sua própria natureza. Queremos uma Igreja sem mancha nem rugas, embora composta de homens. Isso somente será possível através de uma verdadeira conversão. Exatamente é este o alvo do tempo litúrgico da quaresma.

A Quaresma propõe ao cristão penitencia, jejum e conversão

O quinto mandamento da Igreja prescreve o jejum e a abstinência. Eles são um meio de dominar os instintos e adquirir a liberdade de coração. Estão presentes também no Código de Direito Canônico (cc 1249 a 1253). O primeiro começa: Todos os fiéis, cada qual a seu modo, estão obrigados pela lei divina a fazer penitência”. E no seguinte: “Os dias e tempos penitenciais em toda a Igreja são todas as sextas-feiras do ano e o tempo da Quaresma”. No Brasil, a abstinência das sextas-feiras – exceto na Semana Santa – pode ser comutada por “outras formas de penitência, principalmente obras de caridade e exercícios de piedade”.
A Quaresma é um tempo propício à reflexão cristã, a uma conversão do coração, a uma prática de penitência, tão distanciada de uma mentalidade moderna à margem do Evangelho, mas que penetrou até nas fileiras dos seguidores de Cristo.

O caminho da Reconciliação













Pregar a reconciliação num mundo como o nosso, onde o rancor e a vingança vão ganhando espaço nos corações, é uma grande e difícil tarefa! Na maioria das vezes o gosto é amargo, mas não é impossível! Reconciliação significa realizar um acordo entre as partes numa comum unidade e entendimento. Porém, o verbo grego tem uma força de expressão maior: indica a passagem de um estado para outro. Apresento aqui duas formas de reconciliação: Com Deus e com os irmãos (pai, mãe, filhos, amigos, cônjuges, vizinhos…). A reconciliação com Deus é sempre necessária e urgente. Reconciliar-se com o Senhor, deixar-se fazer novamente amigo d'Ele! Experimentar a misericórdia de d'Ele, deixar que Ele exercite em mim a Sua misericórdia! Na verdade, todos nós necessitamos de misericórdia. Necessitamos dela por causa das nossas grandes responsabilidades, assim como por causa da nossa fraqueza e miséria moral. Mal podemos dar três passos sem errar algum.



Se Eu Pudesse...


Se eu pudesse pedir para você voltar eu faria. 
Se eu pudesse implorar para você voltar não o faria.
Pois quem pede dá a liberdade de ir;
mas quem implora, aprisiona.
Não vou implorar, pois o verdadeiro amor liberta, deixa ir e
continua a querer bem.
Por isso continuarei te amando, mesmo que voe.
Pois sei que ninguém é de ninguém.
Triste ficarei... por alguns dias... afinal a tristeza é o avesso da alegria;
da mesma alegria que sentiria com a sua volta.
Mas a vida é assim... feita de encontros e despedidas.
Você levou um pouco de mim.
Eu fiquei com um pouco de você.
Somos pessoas melhores por isso.
Hoje, meu coração está aberto ao seu amor.
Amanhã, não sei.
Não porque deixarei de te amar.
Digo que amanhã não sei, porque o meu coração 
poderá se apaixonar novamente.
Não me culpe se isto ocorrer. É a lei da física.
(É impossível deixar de amar alguém que se amou um dia.) 
O vácuo não existe em um coração amoroso como o meu.
É você quem deseja desocupá-lo. Não eu.   (Eliane de Araujoh)